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Argel vê Vitória paciente e elogia atuações de Gabriel Xavier e Patric

Treinador rubro-negro destaca tranquilidade da equipe para levar a melhor sobre bloqueio defensivo do Atlântico; time vence jogo com gols de Cleiton e André Lima

Foto: Maurícia da Matta / EC Vitória / Divulgação

Mesmo com um time misto, o Vitória seguiu a rotina de bons resultados no Campeonato Baiano e bateu o Atlântico por 2 a 0 na tarde deste domingo, no Barradão. Com o triunfo, a equipe chegou a 18 pontos no Baianão e manteve a boa distância para os rivais no topo da tabela da competição. Os gols do jogo foram marcados por Cleiton Xavier, no primeiro tempo, e André Lima, na etapa final [confira os melhores momentos do jogo no vídeo acima].


Para o jogo deste domingo, o técnico Argel Fucks mudou não só o time, mas também a maneira de a equipe jogar. O Rubro-Negro foi a campo com um 4-4-2, com dois meias - Cleiton Xavier e Gabriel Xavier - e dois atacantes de beirada - Paulinho e David -, e sem um centroavante de referência. Após o jogo, Argel avaliou as dificuldades encontradas ao longo do jogo e explicou as modificações.
- O adversário veio fechado, tentando buscar o contra-ataque, explorar uma jogada de bola parada. Mudamos hoje um pouco a forma de jogar. A gente sempre vinha jogando no 4-2-3-1. Hoje jogamos com um quadrado no meio-campo, o David fazendo um falso nove, com essa mobilidade, buscando o jogo. É muito difícil furar o bloqueio do adversário. O Atlântico se postou bem, fez duas linhas de quatro, se defendeu bem. Criamos muitas oportunidades durante os 90 minutos, o adversário teve seus méritos e se defendeu bem. Você tem muita dificuldade para fazer o primeiro gol e, quando faz, o adversário se abre um pouco mais. Não acontece isso no futebol baiano. O adversário toma um gol e se fecha mais ainda. Tivemos que ter paciência, tranquilidade, buscar os espaços, porque o gol podia sair no primeiro minuto ou no último, como saiu. O importante é ter paciência, ter tranquilidade, controlar, porque uma hora o gol vai sair, pelo volume que a equipe impôs - acredita Argel.

 

Entre as novidades no time titular do Vitória estavam o meia Gabriel Xavier, que recentemente se recuperou de lesão, e o lateral-direito Patric, reforço utilizado pela primeira vez por Argel na temporada. O treinador elogiou a atuação da dupla.
- Gostaria de ter o Gabriel, até porque já tinha sido meu jogador na Portuguesa. Gabriel teve uma lesão, que é uma coisa que acontece. Não é um jogador que se machuca muito, até por ser novo. É um jogador de mobilidade, então queríamos ver ele jogando. Existe o processo de transição. O jogador não vai sair da maca, se recuperar dois dias e treinar, porque ele corre o risco de rasgar de novo. A gente preparou o Gabriel, preparou o Patric, que estava fazendo um trabalho separado no Atlético-MG. Quando chega aqui, o trabalho é diferente, o volume é diferente. Você precisa preparar o jogador para que ele possa jogar. Por isso que o Patric conseguiu jogar os 90 minutos. Claro que é um problema bom. Os dois tiveram atuações boas. Gostei muito do Vinícius também. Teve poucas oportunidades e nunca abaixou a cabeça. Hoje ele fez uma partida segura. Tenho uma confiança muito grande, estava bem preparado. De modo geral, eu gostei da equipe.
O motivo do time misto neste domingo foi o desgaste dos atletas e o jogo fundamental da próxima quinta-feira, contra o Vasco, pela terceira fase da Copa do Brasil. Argel não garantiu a manutenção do sistema tático adotado na partida deste domingo para o duelo de quinta.
- Vamos devagar. Hoje é domingo, o jogo é quinta. Vamos respirar. Mas é um possibilidade de a gente jogar. Preservamos alguns jogadores, porque eles vinham numa sequência grande de jogos. Jogamos quinta contra o Galícia, e jogar hoje às 16h, até eu senti o calor. Colocamos um sistema diferente para ver como é essa atuação do Gabriel, que é um jogador importante, um meia que arranca com a bola, chuta de fora da área. Queria ver o Cleiton ao lado dele, com dois atacantes de mobilidade. A gente não é adepto só de um sistema de jogo. Podemos jogar num 4-2-3-1, num 4-1-4-1, como fizemos lá com o Galícia. Hoje foi importante. Além da obrigação de ganhar o jogo para continuar na frente, de preferência não sofrendo gols, e aí sim testar um outro sistema tático. 

Créditos: https://goo.gl/lchoLg

 

 

 

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